terça-feira, 17 de junho de 2014

Inverno de outono

Noites vazias de tudo
cheias de tanto nada...
Caminho de mãos dadas com a solidão
desse ano que passou,
e do mês tão cinza
de semanas tão sem graça
dos dias que voaram
de um inverno de outono;
Outonos de inferno que imitam invernos de outono
tudo muda ao meu redor mas nada altera em mim
por fim...
Aonde havia brisa
a somente saudade
Aonde havia sol
agora seus raios se escondem
Aonde havia horizonte
existe o vácuo
Pois procuro perto um lugar tão longe...
Todos os dias eu envelheço uns anos, e continuo... 
o tempo com cordas encantadas minhas mãos ata
Resta pouco a viver, mas eu não me importo!
repetindo-se tudo e novamente o nada
mais um dia eu acordo.